Conquistas Greenpeace Brasil
2025
Rainbow Warrior no Rio de Janeiro
A última parada da turnê do navio do Greenpeace no Brasil em 2025 foi na cidade do Rio de Janeiro. Além da visita de centenas de cariocas que conheceram a atuação da organização e visitaram a embarcação, destaca-se a realização do Corre de Quebrada, iniciativa que reuniu jovens de periferias para dialogar sobre justiça climática, racismo ambiental e o impacto da crise climática nos territórios mais vulnerabilizados. O espaço reforçou a importância de ampliar o acesso ao debate climático e garantir que as vozes das periferias façam parte da construção de soluções para a crise ambiental, fortalecendo redes, protagonismo juvenil e novas lideranças na luta por justiça socioambiental.
© Lucas Landau / Greenpeace
2025
Rainbow Warrior em Recife
O segundo destino do navio do Greenpeace em terras brasileiras foi a cidade de Recife (PE), onde o Rainbow Warrior também foi palco de inúmeros diálogos com outros ativistas e movimentos sociais. O objetivo dos encontros foi dar visibilidade às pautas socioambientais dos povos e comunidades da costa brasileira, destacando a importância de proteger os ecossistemas marinhos e de construir soluções que considerem os territórios e as comunidades que estão na linha de frente da crise climática.
© Vanessa Alcântara / Greenpeace
2025
Rainbow Warrior em Belém
A cidade de Belém (PA) recebeu o navio do Greenpeace de braços abertos na COP30! Durante as duas semanas atracado na orla da Universidade Federal do Pará (UFPA), o Rainbow Warrior se tornou um ponto de encontro para mobilização e debate sobre a urgência de proteger a floresta, combater crimes ambientais e garantir que os povos indígenas estejam no centro das decisões climáticas. A agenda incluiu quatro dias de visitações públicas, encontros com lideranças indígenas e outras manifestações culturais e ativistas.
© Marlon Diego / Greenpeace
2025
COP30: a força da mobilização popular pelo clima
Enquanto as negociações da COP30 (Conferência das Partes da ONU) encerraram sem apresentar um mapa do caminho para o fim dos combustíveis fósseis e do desmatamento global, frustrando ambientalistas e organizações da sociedade civil, a “COP de fora” fez história. A ocupação das ruas e das águas de Belém (PA) deixou um legado para as próximas conferências: o da garantia da participação social como fator determinante para o avanço concreto na defesa do planeta e do clima. Nós comemoramos as mais de 500 mil pessoas que se juntaram, ao redor do mundo, pedindo respeito pela Amazônia por meio da nossa abaixo-assinado.
© Tuane Fernandes / Greenpeace
2025
Expedição Respeitem a Amazônia
O Greenpeace Brasil retornou ao Médio Juruá, região de referência global em conservação, onde comunidades ribeirinhas e aldeias do povo Deni preservam quase 2 milhões de hectares por meio de práticas sustentáveis. A expedição, focada nas soluções da floresta, destacou a ligação entre geração de renda e proteção dos territórios, além de reforçar a urgência de destinar recursos a quem vive e cuida da Amazônia.
© Nilmar Lage / Greenpeace
2025
Cozinhando o planeta
Durante uma assembleia de acionistas da JBS em São Paulo, em abril de 2025, o Greenpeace Brasil denunciou a destruição socioambiental causada pela empresa em uma ação coordenada. Enquanto ativistas interrompiam o evento estendendo faixas de protesto, outro grupo se manifestava em frente ao prédio e escaladores subiam no telhado para abrir um banner gigante, alertando sobre o impacto da multinacional no clima e nas florestas. A mobilização marcou o lançamento do dossiê "JBS: Cozinhando o Planeta", que expõe os danos devastadores de sua cadeia produtiva.
©Greenpeace
2024
Bancando a Extinção
Em abril de 2024, o Greenpeace Brasil lançou a campanha "Bancando a Extinção" para denunciar os bancos que financiam a degradação ambiental a partir de um robusto relatório sobre brechas na concessão do crédito rural pelas instituições financeiras. Após dez meses de pressão, o Banco do Brasil, o maior financiador do crédito rural no país, cedeu e adotou regras mais rigorosas de sustentabilidade.
©Tuane Fernandes/Greenpeace
2023
500 mil pessoas contra o Marco Temporal
Em 2023, o Greenpeace Brasil mobilizou mais de meio milhão de pessoas contra o Marco Temporal, tese que restringe os direitos indígenas às terras ocupadas até 1988.
O abaixo-assinado foi entregue a instâncias judiciais e políticas, ao lado de lideranças indígenas importantes como o cacique Raoni Metuktire. Logo depois, houve uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que barrou o dispositivo, o que mostra a importância da mobilização popular pela justiça socioambiental e pelos direitos indígenas.
©Victor Bravo/Greenpeace
2023
Lançamento do documentário “Antes do Prato”
O Greenpeace Brasil lançou o documentário "Antes do Prato", que aborda os impactos socioambientais da produção de alimentos industrializados. A obra explora os desafios da agricultura familiar e a relevância da agroecologia para a preservação dos biomas, reforçando a urgência de escolhas alimentares mais conscientes e sustentáveis.
© Juliana Chalita / Greenpeace
2023
Hyundai se compromete a ajudar a freiar o garimpo ilegal
O estudo “Parem As Máquinas! Por uma Amazônia Livre de Garimpo”, realizado em parceria entre o Greenpeace Brasil e o Greenpeace do leste asiático, revelou que escavadeiras fabricadas pela Hyundai HCE Brasil estavam sendo utilizadas no garimpo ilegal na Amazônia. Após pressão do Greenpeace e protesto com lideranças indígenas em frente à sede, a empresa coreana deixou de vender temporariamente suas escavadeiras em áreas próximas às Terras Indígenas Kayapó, Munduruku e Yanomami.
© Tuane Fernandes / Greenpeace
2022
Basta de Violência contra os Povos Indígenas
Durante o Acampamento Terra Livre (ATL), com o apoio do povo Xukuru, o Greenpeace participou de uma marcha para entregar o abaixo-assinado "Basta de Violência contra os Povos Indígenas" ao Ministério da Justiça. A entrega de mais de meio milhão de assinaturas contou com a presença de ativistas da organização, lideranças como Marcos Xukuru e Sônia Guajajara, além de celebridades que apoiam a causa, como o compositor Carlos Rennó e o músico Chico César.
© Diego Baravelli / Greenpeace
2021
Ação em defesa da vida
Em 2021, utilizando alimentos, máscaras, cilindros de oxigênio e produtos de higiene, o Greenpeace Brasil formou a mensagem “400 mil vidas” em uma balsa no Encontro das Águas, em Manaus. A ação foi uma homenagem às vítimas da Covid-19 e um chamado urgente por solidariedade e responsabilidade do Poder Público.
© Christian Braga / Greenpeace
2020
Solidariedade em tempos de crise
Durante a pandemia da Covid-19, por meio do projeto Asas da Emergência, os ativistas do Greenpeace Brasil distribuíram 125 toneladas de alimentos, insumos e equipamentos para comunidades indígenas em situação de vulnerabilidade na Amazônia.
No ano seguinte, demos continuidade ao combate à insegurança alimentar com a campanha Agroecologia Contra a Fome. Entre maio e dezembro de 2021, doamos 59 toneladas de alimentos agroecológicos produzidos pela agricultura familiar. A iniciativa promoveu saúde e soberania alimentar para mais de 14 mil pessoas em 12 estados brasileiros, além de apoiar diretamente os pequenos produtores.
© Edmar Barros / Greenpeace
2018
Mobilização em defesa do Grande Sistema de Recifes da Amazônia
Em 2018, o Greenpeace deu vida a uma campanha pública para impedir a exploração de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas pela petrolífera Total. A mobilização contou com o apoio de mais de 2 milhões de pessoas ao redor do mundo e, como resultado, o Ibama rejeitou definitivamente a licença ambiental para a empresa.
© Fernanda Ligabue/Spectral Q/Greenpeace
2017
Em defesa da Renca
O Greenpeace Brasil, ao lado de ambientalistas, artistas e lideranças indígenas, mobilizou mais de 1,5 milhão de pessoas para exigir a revogação do decreto que extinguiu a Renca (Reserva Nacional de Cobre e Associados). A medida visava abrir a área, no coração da Amazônia, para a exploração mineral. A pressão popular foi vitoriosa, forçando o governo de Michel Temer a recuar e revogar o decreto.
© Júlia Mente / Greenpeace
2017
Descoberta dos recifes da Foz do Amazonas
O Greenpeace Brasil realizou uma expedição na Foz do Amazonas ao lado de pesquisadores de renomadas universidades brasileiras e revelou ao mundo as primeiras imagens do Grande Sistema de Recifes do Amazonas.
© Greenpeace
2016
Tapajós vivo
Ao lado do povo Munduruku, o Greenpeace Brasil integrou uma mobilização histórica contra a construção da Usina Hidrelétrica de São Luiz do Tapajós. A campanha global para que o rio Tapajós continuasse vivo, preservando todas as formas de vida ao seu redor, alcançou um milhão de assinaturas. Após intensa pressão da sociedade civil, o licenciamento da usina foi arquivado em 2016.
© Marizilda Cruppe / Greenpeace
2015
Desmatamento Zero
A partir de uma grande mobilização popular, o Greenpeace Brasil entregou ao Congresso Nacional um Projeto de Lei de Iniciativa Popular (PLIP) pelo Desmatamento Zero. Esse momento histórico, que contou com a participação de celebridades e outras personalidades públicas, marcou a primeira vez que a sociedade civil protocolou no Legislativo uma proposta para banir a destruição das florestas em todo o país.
© Adriano Machado / Greenpeace
2015
Deixe as fontes fósseis no chão
Contra a exploração de petróleo na Amazônia, estendemos um banner gigante no Encontro das Águas, em Manaus (AM). Uma semana depois, com a pressão de outras organizações da sociedade civil, os blocos da região ficaram de fora do leilão da Agência Nacional do Petróleo (ANP).
© Rogério Assis / Greenpeace
2012
Bloqueio de navio com carregamento de ferro-gusa
Ativistas do Greenpeace Brasil escalaram e bloquearam o navio Clipper Hope, no Porto de Itaqui (MA), impedindo o embarque de ferro-gusa produzido com carvão vegetal proveniente de desmatamento e trabalho escravo na Amazônia. A ação expôs a conexão da cadeia do aço com crimes ambientais e graves violações de direitos humanos.
© Marizilda Cruppe / Greenpeace
2009
“A Farra do Boi na Amazônia”
Como parte da mobilização em defesa da floresta em pé, o Greenpeace Brasil produziu um relatório em 2009 que revelou que grandes marcas impulsionaram, mesmo que de forma involuntária, o desmatamento da Amazônia. Com a denúncia feita pela organização, muitas delas anunciaram a suspensão de compra de produtos vindos do desmatamento.
© Marizilda Cruppe / EVE / Greenpeace
2006
Nas mãos do Cristo Redentor
Em 2006, ativistas do Greenpeace Brasil estenderam uma faixa no Cristo Redentor para cobrar dos governos a proteção da biodiversidade global, enquanto representantes de 188 países participaram da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), em Curitiba. Essa se tornou uma das imagens mais emblemáticas da organização.
© Greenpeace / Daniel Beltrá
2006
Moratória da Soja
Em 2006, o Greenpeace Brasil, com apoio da rede global, produziu o relatório “Comendo a Amazônia”, que detalhou como a demanda mundial por soja produzida na região alimenta a destruição da floresta, tendo a rede McDonald’s como a primeira a responder à denúncia. A campanha ajudou diretamente na criação da Moratória da Soja, um acordo voluntário firmado em 2006 entre organizações da sociedade civil, o governo brasileiro e grandes empresas, proibindo a compra de soja proveniente de áreas desmatadas na Amazônia.
Para impulsionar a mobilização, os ativistas do Greenpeace realizaram uma ação pacífica e ocuparam uma área de 1.645 hectares desmatada ilegalmente em Santarém, no Pará, estendendo uma enorme faixa de 2.500 metros quadrados com a mensagem "100% crime florestal" para chamar a atenção para o problema.
© Daniel Beltrá /Greenpeace
2004
Criação da Unidade de Conservação em Porto de Moz (PA)
Depois da mobilização do Greenpeace Brasil em defesa da criação da Reserva Extrativista Verde para Sempre, em Porto de Moz, no Pará, o então presidente Lula assinou uma série de decretos que acabaram com a exploração ilegal de madeira e declarou a área como Unidade de Conservação.
© Karla Gachet / Panos / Greenpeace
2003
Demarcação da Terra Indígena Deni
Após quatro anos de mobilização junto ao governo e à opinião pública, o povo Deni teve seus direitos reconhecidos e suas terras demarcadas, no sudoeste do estado do Amazonas, alvo da exploração madeireira. Eles aguardavam a demarcação de suas terras desde 1985 e o Greenpeace Brasil apoiou diretamente essa luta.
© Isabelle Rouvillois / Greenpeace
2002
Ocupação no Cristo pede pela proteção da natureza
Na Rio+10, em 2002, em razão da Cúpula Mundial sobre o Desenvolvimento Sustentável, o Greenpeace Brasil ocupou o Corcovado para ressaltar que os líderes globais deveriam escolher o caminho do equilíbrio sustentável e da defesa da natureza.
© Greenpeace / Marcio Pena
2002
Vitória no Rio Jaraucu (PA)
Também em 2002, o Greenpeace Brasil se juntou às comunidades locais em bloqueio fluvial de três dias feito por 40 pequenas embarcações no rio Jaraucu, no Pará, com o objetivo de paralisar duas balsas transportando mais de 200 toras de madeira ilegal. O carregamento foi apreendido pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).
© Greenpeace / Flavio Cannalonga
2001
Mobilização contra a venda de mogno ilegal
Depois de uma série de denúncias feitas pelo Greenpeace Brasil, agentes do Ibama e da polícia, além de alguns dos nossos ativistas, adentraram uma serraria na Rodovia Transamazônica no Pará, apreendendo mogno ilegal avaliados em US$ 7 milhões no mercado internacional. Anos depois, o governo brasileiro suspendeu o comércio de mogno, espécie ameaçada de extinção.
© Daniel Beltrá /Greenpeace
2000
Madeira ilegal no Juruá
O Greenpeace Brasil denunciou a exploração ilegal de madeira na região do rio Juruá (AM) nos anos 2000, expondo serrarias que operavam sem autorização e desmatavam áreas de floresta nativa. A ação pressionou autoridades a intensificar a fiscalização e deu visibilidade ao comércio ilegal que ameaçava comunidades ribeirinhas e a biodiversidade local.
©Rodrigo Baleia/Greenpeace
1994
Ação contra o corte predatório de árvores na Amazônia
Ativistas do Greenpeace Brasil e estudantes impediram que um navio ucraniano partisse de Santarém, no Pará, com madeira da Amazônia para exportação à França, Holanda e ao sudeste asiático. O carregamento do navio foi interrompido por mais de duas horas.
©Bernd Euler/Greenpeace
1994
1ª expedição pela Amazônia
A primeira expedição do Greenpeace Brasil pela Amazônia aconteceu em 1994, com um navio chamado MV Greenpeace. Essa expedição foi um marco para a organização que acabava de nascer no país e já tinha como prioridade a atuação contra o corte predatório de árvores e promoção de campanhas em defesa da floresta.
© Greenpeace / Olavo Rufino
1992
O nascimento do Greenpeace Brasil
Em 26 de abril de 1992, um grupo de ativistas realizou um protesto pacífico contra a construção da Usina Nuclear de Angra dos Reis (RJ) e oficializou o surgimento do Greenpeace no Brasil. Foram utilizadas centenas de cruzes em homenagem às vítimas de Chernobyl.
©Greenpeace
